O ser humano em sua rotina de trabalho desenfreada, perdeu o habito de olhar as pessoas com calma, de observar a simplicidade das coisas que tornam as pessoas mais belas, mais agradaveis de se conviver.
Me recordo de quando era criança, ( e isso nao faz muito tempo, rsrs), como era gostoso brincar na terra com meus amigos da pré -escola, ver que eles caiam e se sujavam como eu e isso nos fazia rir, e quando um de nós caia e se machucava, uma das mães vinha correndo passava uma agua sobre o machucado e dizia que logo iria passar e passava mesmo, logo estavamos lá no mesmo lugar brinando de novo.
Mas o ser humano cresce e se esquece dessas coisas,passa a trabalhar de uma maneira desenfreada e esquece o valor que tem quando se olha o outro nos olhos e se percebe que assim como eu ele cai, se machuca e suja a roupa. É mais facil olhá-lo de cima, julgá-lo fracoou inferior ao invés de le estender a mão abrir um sorriso e dizer:
"- Não se preocupe, isso acontece de vez em quando".
É engraçado como agimos tambem dessa maneira diante do amor, olhamos rapidos demais, e quando tropeçamos temos medo de levantar e continuar, e por que, porque se olhou depressa demais para alguem e nao se foi capaz de dar o amor ou o valor que ela realmente merecia ou precisava.
O amor é como uma flor, precisa de ar, de luz, de carinho,o amor precisa de espaço de compreensão, de liberdade, fidelidade e confiança.
Para dizer que ama, é preciso olhar o outro com calma, apreciar seus valores e seus defeitos.
E aqui fica meu convite:
"Pare de correr, faça a experiencia de olhar o outro com calma, tenho o prazer de observar a beleza que nele habita".
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